Diz-se que Martinho Lutero tinha um amigo íntimo, cujo nome era Miconio. Ao ver Lutero sentado dias a fio trabalhando no serviço do Mestre, Miconio ficou penalizado e disse-lhe: "Posso ajudar mais onde estou; permanecerei aqui orando enquanto tu perseveras incansavelmente na luta." Miconio orou dias seguidos por Martinho. Mas enquanto perseverava em oração, começou a sentir o peso da própria culpa. Certa noite sonhou com o Salvador, que lhe mostrou as mãos e os pés. Mostrou-lhe também a fonte na qual o purificara de todo o pecado. "Segue-me!" disse-lhe o Senhor, levando-o para um alto monte de onde apontou para o nascente.
Miconio viu uma planície que se estendia até o longínquo horizonte. Essa vasta planície estava coberta de ovelhas, de muitos milhares de ovelhas brancas. Somente havia um homem, Martinho Lutero, que se esforçava para apascentar a todas. Então o Salvador disse a Miconio que olhasse para o poente; olhou e viu vastos campos de trigo brancos para a ceifa. O único ceifador,que lidava para segá-los, estava quase exausto, contudo persistia na sua tarefa. Nessa altura, Miconio reconheceu o solitário ceifeiro, seu bom amigo, Martinho Lutero!
Ao despertar do sono, tomou esta resolução: "Não posso ficar aqui orando enquanto Martinho se afadiga na obra do Senhor. As ovelhas devem ser pastoreadas; os campos têm de ser ceifados. Eis-me aqui, Senhor; envia-me a mim!" Foi assim que Miconio saiu para compartilhar do labor de seu fiel amigo.
Jesus nos chama para trabalhar e orar. É de joelhos que a Igreja de Cristo avança.
Pastores louvam ao Senhor até o último fôlego de vida
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Os pastores pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre.
Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.
Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.
Os veículos - cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey - bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.
Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.
Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.
O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.
Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.
A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.
O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.
O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.
As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Minh'alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!
Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.
As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .
Rev. Alvaro Barbosa Andrade natural de Santa Catarina, Ilha de Santiago. Em meados de 1940, quando o grupo da Missão procurava entrar na então Vila da Assomada, os integrantes do grupo encontraram pessoas amigáveis, até que Álvaro Andrade resolveu chefiar uma oposição contra "os protestantes diabos". Ele tinha sido estudante na escola católica da Vila. Certo dia ordenou que rapazes fossem ao lugar e procurassem recolher todos os exemplares dos Evangelhos e Novos Testamentos distribuídos e os queimassem num espaço livre, junto do mercado, aos olhos do povo. Ele espalhava "água benta" nos lugares onde os protestantes tinham estado. Escrevia aos seus amigos e saía de casa em casa a divulgar histórias horríveis a respeito dos nazarenos. Tornou tão difícil a situação dos poucos recém-convertidos que estes achavam que era quase impossível continuar a assistir aos cultos na casa da Missão.
Mais tarde veio a confessar que guardou uma das Bíblias. Depois de lê-la várias vezes, certo dia, em 1946, fechou-se no seu quarto e encontrou a verdade. A conversão dele causou um repentino debate público na rua, com o padre. "A tranqüilidade espiritual, sua convicção e algum estudo das Escrituras concederam-lhe vitória de discípulo perante numerosa multidão". Em 1952 encontrou a inteira santificação. E em 1948, tendo sentido a chamada, entrou para o ministério em tempo integral e começou a pastorear a Igreja de Santa Catarina. Tinha boa estatura, era jovial, humorista e veio a ser um pastor inflexível, grave, e um dos mais ativos obreiros no trabalho do Senhor.[1]
Álvaro Andrade casou-se com a jovem Isaura Silva. Tiveram no começo um rapaz e uma menina. Isaura é filha do velho pescador de baleias, Joe Silva, "contador de histórias grandes", o primeiro a apoiar os obreiros nazarenos na Praia. Convidava-os à casa dele e acompanhava-os nos cânticos tocando violão. Mas ele próprio não chegou a encontrar o Senhor a não ser dois dias antes de falecer.
Como Pastor na vila onde nasceu, Álvaro Andrade foi praguejado ao longo da estrada, quando dirigiu o seu primeiro funeral. Ninguém lhe vendia os alimentos necessários, tais como leite e ovos. Entretanto, com o tempo, todos passaram a ser amigos dele e a respeitá-lo.
O Rev. Andrade contou de um incidente que mobilizou a comunidade inteira: Certo rapaz, aluno da escola dominical, deixou de marcar prese
nça na sua classe. Quando o pastor o visitou, viu que ele trazia manchas nas faces e nas orelhas. O médico diagnosticou o caso como lepra. Pediram remédio dos Estados Unidos, mas o rapaz continuou piorando. Como o pastor continuasse a visitá-lo, este ficou tão preocupado que numa tarde fez esta oração: "Ó Deus, se for a Tua vontade, podes purificá-lo!" A resposta foi imediata. Poucos dias depois, os familiares do rapaz pensaram em levá-lo ao médico para ser examinado. O médico ficou radiante ao descobrir que ele estava curado. Então os medicamentos foram cedidos a outro enfermo.
Em 1995 o Rev. Barbosa Andrade e D. Isaura fixaram residência na cidade da Praia, Ilha de Santiago. Rev. Andrade faleceu no dia 3 de Janeiro de 2000. Ele foi um verdadeiro patriarca da Igreja do Nazareno em Cabo Verde, teve bons relacionamentos com os missionários pioneiros. Todos os pastores Nazarenos foram profundamente tocados pela vida santa deste homem de Deus.
No dia 06/03/2008 nasceu o primeiro blog, que no inicio era prayuntilsomethinghappen, e devido ao nome ser extenso mudamos para jonatasvidal. Criamos com a intenção de despertar no interior dos leitores e do próprio jovem que faz as postagens um desejo de que podemos ir mais além de onde estamos no presente momento, pois esta dimensão fará com que ainda mais nos preocupemos com tudo o que a bíblia nos diz. Com os órfãos, viúvas, os mendigos as prostitutas, os ricos, milionários, os ateus enfim para todos aqueles que Jesus se entregou, sem acepção de pessoas.
Sempre admirei a história da igreja no decorrer dos anos, e ao ler algumas histórias meu coração era consumido com um fogo. Ao ler estas histórias, creio que algo mais profundo acontece pra com aqueles que são intrépidos, um legado espiritual e ministerial está sendo liberado.
Depois de algum tempo veio no coração à idéia de abençoarmos os irmaos, e então colocamos os CDs, que por sinal precisa de um parágrafo pra uma breve explicação. Não gosto de pirataria, e ainda hoje penso a respeito dos dawnloads que disponibilizo pros irmãos, mas quando fiz minha intenção era pelo fato de que a maioria dos CDs que estão pra download não tem a venda no Brasil, e pra comprar pelo site precisaria de um cartão internacional. Então penso que por este fato ainda estou colocando-os para download, espero que os irmãos que são contra me compreendam.
Com o passar do tempo o primeiro blog atingiu o volume máximo de material pra download, a partir disso criamos o segundo blog, jonatasjoao316, e creio que ainda termos muitas coisas pra compartilhar. E por fim faremos quantos blogs forem necessários pra compartilhar, desenterrar e honrar homens e mulheres que pagaram um preço na plantação, outros pagaram preço no regar, e nós estamos desfrutando da colheita, que resultou num tempo onde nossos irmãos viveram, Zinzerdof, Finney, Spurgeon, Jonatan Edwards, John Wesley, Withfild, Fanny, Mood, John Lake, Tozer, Ravenhill, Mary Jones, Keith Green, Fletcher, entre outros homens que são dignos de serem honrados. Lembro-me de um avivamento que aconteceu no MorningStar logo após uma conferencia com o nome Honrando os Pais (esta pra download no Jonatasvidal), tem muitos outros homens que foram heróis anônimos até mesmo no Brasil, que ainda serão citados aqui, e outros que nunca acharemos seus feitos, mas a eternidade os revelará. Que sejamos nós também homens com efeito revolucionário em nossa geração.
William H. G. Thomas (2 de janeiro de 1861 - 1924)
William Henry Griffith Thomas nasceu em Oswestry, Shropshire, Inglaterra.
Forçado por circunstâncias econômicas teve de deixar a escola aos 14 anos.
Ele completou a sua educação com estudo e sacrifício diligentes.
Aos 16 anos foi-lhe pedido para ensinar numa classe da Escola Dominical.
Por quatro meses ele fez o seu melhor, mas percebeu que ele não podia ensinar algo ele que próprio não tinha experimentado. Deus usou dois jovens da igreja para o trazer a Cristo em 23 de março de 1878.
Com oportunidades dadas para promoção dentro da igreja anglicana, ele depressa subia de uma posição para outra melhor, até que ele foi chamado para pastor na Igreja de St. Paul, Portman Square. Logo a igreja começou a ter seis reuniões de oração por semana, e também muitos mais clubes e sociedades.
Entretanto, Griffith Thomas enfatizou o estudo da Palavra. O Crescimento espiritual foi surgindo dentro de sua igreja. Em 1910 ele foi com sua a família para Toronto, e de lá para Filadélfia. Ele ajudou a fundar o Dallas Seminary Teológico.
Ele ficou famoso pelo seu conselho para pregadores jovens: "Think yourself empty, read yourself full, write yourself clear, pray yourself keen - then, enter the pulpit and let yourself go!" ("Pensa em ti mesmo como vazio, lê muito, escreve claramente, ora veementemente - então, sobe ao púlpito e prega!")
John Wesley seu encontro com os Morávios - Diário 25/01/1736
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No mesmo navio, "Simmonds", em que Wesley e seus companheiros viajaram para Georgia, 25 morávios sob a liderança do bispo Davi Nietchmann, também se dirigiam para o novo mundo. Wesley mal havia se instalado no seu camarote quando decidiu aprender o alemão para poder se comunicar com essa gente. Apenas três dias após o embarque, ele se referiu, em seu diário, aos morávios como "pessoas que deixaram tudo pelo Mestre, e que têm realmente aprendido dele, sendo mansos e humildes, mortos para o mundo, cheios de fé e do Espírito Santo."
Diversos eventos durante a viagem confirmaram para ele a primeira impressão. Eles faziam, aparentemente com alegria, tarefas tidas como as mais humildes, dizendo que "fazia bem aos seus corações altivos". Mas foi numa tempestade feroz, que aterrorizou os passageiros ingleses e até os tripulantes, que Wesley notou a grande coragem dos alemães. Mesmo no auge da tempestade, continuaram seu culto costumeiro, nem parando de cantar, apesar de tudo indicar que o navio não fosse aguentar a força do mar em revolta.
Após o culto, Wesley perguntou a um deles se não havia ficado com medo. Ele respondeu singelamente: "Graças a Deus, não." Não inteiramente satisfeito, Wesley indagou sobre as mulheres e crianças. A resposta veio: "Não, nossas mulheres e crianças não têm medo de morrer."
Mais tarde, quando chegaram a terra o pregador Morávio, Spangenberg, perguntou a John:
"Você conhece Jesus Cristo?" Esta pergunta perturbou-o durante os dois anos seguintes.
De regresso a Inglaterra, John Wesley procurou o pregador Morávio, Peter Böhler, que lhe deu o célebre
conselho: "Pregue a fé até conseguir tê-la; e depois, porque já a tem, pregará a fé".
Enquanto a jaula quebrou e as correntes caíram dos meus pés e escapava dos muros da prisão...
eu vi um homem carregando uma cruz. Ele pagou o custo.
Eu não posso explicar esse mistério.
Ainda tentando ser livre agora sou prisoneiro do Amor.
Quando olhei, a cruz tinha passado e vi um trono de graça cercado por uma canção.
Ele chamou meu nome eu não posso mais voltar.
O amor santo pode prender assim meu coração.
Eu só chamei como eu sou e como eu era...
E as vezes eu penso sobre aqueles que roubados por dentro, e cercados pelo medo lutam por suas vidas: Eu ouço um chamado para um dia voltarmos e entre as algemas nos levantarmos e dizermos: Sou um prisoneiro, não quero ser livre.
Sou prisoneiro do Amor. Amor quão misterioso você é!"
Don Potter.
"Tenho sorrido nas primaveras e chorado nas chuvas, e ainda que tenho perguntado o sentido de algumas estações da vida, muitas coisas estão escondidas além do horizonte dos meus olhos... Meu amigo e Rei, Tua mão tem me levado pro lar. Através das minhas buscas por razões você tem me carregado e continuarei preso a Ti."
Vicky Beeching.
"Quando não há outro caminho a seguir além de escalar a montanha, e quando não há opção além do milagre, tudo o que eu preciso é: Levantar minhas mãos e Te adorar Deus. Te encontrar e chamar Teu nome Jesus. Quando todos em que esperamos se vão e os sonhos que tenho sonhado parecem estar muito longe tudo o que preciso fazer é: Levantar minhas mãos, deixar a tua presença cair e te adorar"
Rita Springer.
Tradução Joao Favor.
Quero que o leitor compreenda,que naquele momento da oração,eu tive uma experiência com Deus que mudou a minha vida,eu já havia recebido um coração puro,este estava cheio do amor de Deus,porém Deus não havia ainda me qualificado para seu santo trabalho.
Eu sabia que eu era um verme. No máximo o que Deus teria para si era este bichinho para trilhar uma montanha.
Então inconformada com minha incapacidade,pedi a Deus para que Ele me desse a força que ele deu aqueles pescadores galileus - para ungir-me para o seu serviço.
Cheguei até Ele como uma criança pedindo pão. Olhei para Ele e disse:'Deus não me decepcione'...Foi quando o poder do Espírito Santo desceu como uma nuvem. Era mais brilhante que o sol.Eu estava coberta e, embrulhada nele.
Fui batizada com o Espírito Santo, e com fogo, e poder,os quais nunca me deixaram. Houve fogo líquido, e os anjos estavam todos à minha volta,passeando comigo naquela atmosfera de fogo e glória. " - Maria Woodworth-Etter,Irmã tida por muitos historiadores pentecostais como:"A avó do movimento pentecostal",Narrando o dia em que foi batizada com o Espírito Santo.
Welbert & Raquel Ferreira - Brescia, Itália 2010
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...Deus tem nos ensinado muito neste tempo, temos aprendido a confiar mais em Deus e a crer que Ele é que faz, não nossas mãos, não os homens, mas Deus. Temos enfrentado algumas dificuldades pois ainda estamos procurando emprego e resolvendo questões de documentação, pedimos aos irmãos que esteja orando por nos em especial neste sentido, muitas coisas mudaram na Itália devido a crise mundial, os países da Europa estão sofrendo muito por causa da crise, mas cremos que pra Deus não existe crise, não existe barreiras, só basta uma palavra Dele e as portas se abriram. Aleluia.
Estamos muito felizes pois Deus tem movido e mesmo com estas dificuldade estamos sentindo os braços do Pai nos abraçando, aleluia... O que mais tem movido nossos coração é que um pais tão rico, poderoso, considerado 5º potencia mundial é tão pobre espiritualmente, a Itália esta vivendo numa miséria espiritual muito grande, e os poucos Cristãos que tem estão "sobrevivendo", as igrejas evangélicas são muito frias espiritualmente, sabemos que existem fortalezas milenares estabelecida neste pais que somente serão destruídas através de uma igreja forte estabelecida aqui.
Muitas igrejas vivem trocando de lideres, e na cidade em que estamos vivendo tem somente duas igrejas evangelicas, uma cidade que tem aproximadamente 500 mil habitantes duas igrejas é muito pouco para alcançar a cidade, sendo que r
ecentemente ricamo sabendo que a Assembléia de Deus que estava estabelecida aqui fechou, e a igreja em que estamos frequentando esta passando por muitas dificuldades, temos visto algumas pessoas motivadas e que estão dispostas a pagar o preço mas estão sendo barradas pelo tradicionalismo que é muito forte neste pais, mas já temos visto algumas melhorias, para muitos Cristaos aqui o Brasil esta vivendo no Céu espiritualmente falando, mas sei que a presença de Deus pode mudar tudo, so basta Deus descer e as tradiçoes, fortaleza, tudo cai. Estejam orando para que Deus envie missionários, pastores, profetas dispostos a realmente pagar um preço e liberar a voz profetica neste lugar, orar, guerrear contra potestades e principados milenares "poderosos" e que Deus levante intercessores neste lugar e pessoas que vao liberar os Céus para que a realidade atual da Itália seja transformada.
Welbert & Raquel estão na Itália cumprindo a palavra e a promessa de Deus. Convoco a todos a se empenharem na intercessão por esses irmãos e por Brescia, Itália. Que Deus resplandeça o brilho da Justiça através de voces...
Meu marido estava viajando numa província distante, conduzindo reuniões, e, enquanto isso, fui convidada por alguns cristãos de um posto missionário para pregar numa grande apresentação teatral, de quatro dias, que atraía numerosas multidões. Foi um tempo de imenso desgaste; por várias horas diariamente, tive de enfrentar multidões ingovernáveis, que iam e vinham. No final dos quatro dias, eu estava exausta e só podia pensar em voltar para casa e ir para Wei Hwei, um outro posto, para descansar por alguns dias com meus filhos, que estavam numa escola ali. Estar com eles, eu sabia, restauraria minhas energias mais do que qualquer outra coisa.
Porém, ao chegar em casa, de alguma maneira, perdi a chave da gaveta onde guardava o dinheiro. Era sexta-feira, e o trem para Wei Hwei saía sábado às dez horas. Várias pessoas vieram receber contas, mas tive de dar uma desculpa para adiar o pagamento. Eu não podia viajar sem dinheiro nem deixar a casa com aquele dinheiro na gaveta e a chave perdida em algum lugar.
À noite, depois de jantar, comecei a procurar pela chave em todo lugar que podia imaginar. Gavetas, espaços, prateleiras foram vasculhados em vão. Depois de procurar por duas horas, até não ter mais forças, de repente lembrei: “Ainda não orei a este respeito”. Parei ali onde estava, perto da mesa da copa, e elevei o meu coração a Deus. “Ó Senhor, tu sabes como preciso de um descanso; sabes quanto desejo ver meus filhos; tem compaixão de mim e guia-me até a chave”.
Em seguida, sem perder um passo em direção errada, passei pela copa, pelo quarto de hóspedes e entrei no escritório do meu marido, para a estante de livros, abri a porta, afastei dois livros e lá estava a chave. Tão perto estava o Senhor naquele momento que parecia quase sentir sua presença física. Eu não havia lembrado de ter posto a chave ali; foi ele que me guiou para lá.
Sim, eu sei que Deus responde à oração!
THOMAS COKE (1747 – 1814) - Rebelde Com Uma Causa
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Thomas Coke tinha uma paixão por almas perdidas. Ele, quase que sozinho, foi o responsável por espalhar o metodismo no mundo de fala inglesa.”Se Coke morresse e alguém sussurrasse em seu ouvido a palavra missão, disse seu amigo Jonathan Crowther, “ele se levantaria para a vida novamente”.
Em 1772, dois anos após ser ordenado clérigo anglicano, Coke teve uma experiência de conversão sob o ministério do dissidente metodista Thomas Maxfield.
Coke gostava de assumir riscos e achava que Wesley hesitava muito. Para Coke, as almas perdidas não poderiam esperar. Wesley achava que Coke era muito impulsivo e agia sem pensar. Ele e os outros temiam que a paixão irresponsável de Coke iria destruir o movimento metodista.
Os metodistas britânicos ficaram assombrados. Wesley ficou lívido. “Os homens podem me chamar de patife, tolo, malandro, canalha, e eu ainda ficaria contente”, ele escreveu, “mas eles jamais deverão, com o meu consentimento, chamar- me de Bispo!” Quando Coke e Asbury fundaram a escola “Cokesbury College” (dando seus nomes a ela), a situação piorou.
Depois do sucesso na América, Coke estendeu seu olhar par terras mais exóticas. Mas, a sua proposta de enviar missionários para a África e para a Índia, teve uma acolhida apenas morna pelos metodistas da Inglaterra. Wesley concordou apenas em principio.
Oh! Por um Coração para Louvar meu Deus por Charles Wesley
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OH! Por um coração para louvar meu Deus,
Um coração de pecados liberto,
Um coração que bebe sempre de Seu Sangue,
Tão abundantemente derramado por mim.
Um submisso, humilde e contrito coração,
Acreditando, de forma verdadeira e clara,
Que nem a vida e nem a morte podem me separar,
Daquele que habita dentro de mim.
Um coração renovado em cada pensamento,
E repleto do amor divino,
Perfeito, reto, puro e bom,
Uma cópia, Senhor, do Seu coração.
Dá-me ser conforme a Sua natureza, gracioso Senhor,
Venho prontamente pedir.
Escreva seu novo nome sobre o meu coração,
Seu melhor nome, o nome do Seu Amor.
CharlesWesley
John Fletcher - (1729-1785) Mary Bosanquet Fletcher (1739-1815) - Um Sucessor Em Potencial e Uma Esposa De Sucesso
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Ao contrario de seu amigo, John Wesley, John Fletcher nunca pegou a estrada como um evangelista itinerante. Como um vigário paroquiano, ele realizou mais pela Teologia Metodista do que o próprio Wesley.
Na obra “Checks to Antinomianism”, Fletcher entrou no debate Calvinista –Arminianos, argumentando por uma terceira via: Fé com obras. “Uma vez estivemos sob o perigo imediato de sermos quebrados pelas obras sem fé”, ele escreveu. “Agora somos ameaçados de destruição pela fé sem obras”.
Rio na juventude, Fletcher escolheu a parca renda de vigário em uma pobre cidade fabril. Lá ele pregou por 28 anos, esforçando-se por atingir o povo da cidade, segundo Wesley, “em cada esquina, usando de todos os meios, públicos e privados, cedo e tarde”. Essa persistência nem sempre era apreciada. Uma vez, Fletcher escapou da morte nas mãos de uma multidão, apenas porque seus paroquianos o chamaram de repente para realizar um funeral.
Esse fervor encontrou sua alma gêmea em Mary Bosanquet, uma rica mulher que, como ele, escolheu a pobreza do ministério. “Se eu soubesse como achar os metodistas”, ela disse antes de se juntar `a Igreja, “eu jogaria fora todas as minhas coisas boas e correria pelo fogo com eles. Se um dia eu for senhora de mim, vou passar metade do dia trabalhando pelos pobres e a outra metade em oração”. 
Mary, de fato, atirou-se ao serviço cristão, conduzindo um orfanato durante 18 anos. Fletcher escreveu a Wesley sobre ela: “Obrigado por sua dica sobre como exemplificar o amor de Cristo por sua Igreja... Eu posso dizer a você que minha esposa e bem melhor para mim do que a Igreja e para Cristo”.
Ambos, marido e mulher, pregavam com paixão. Sobre Mary, Wesley escreveu: “suas palavras são como fogo, levando tanto luz quanto calor aos corações de todos que as ouviam”. E Wesley demonstrou a mesma admiração pela pregação de Fletcher, dizendo que se ele houvesse se tornado um pregador itinerante, “teria feito mais bem do que qualquer outro homem na Inglaterra”.
Mas o coração de Fletcher pertencia ao seu primeiro rebanho, e ele viveu e morreu cuidando dele. A febre que o matou foi contraída enquanto ele cuidava dos enfermos.
Logo após cair doente, ele pregou: “O que vocês temem? Vocês têm medo de pegar a febre e morrer? Oh! Não temam isso! Que honra e morrer a serviço do Mestre”!
Adam Clarke (1760-1832) - A Estrela da Segunda Geração
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A força de qualquer movimento é testada quando seus fundadores morrem, e o metodismo passou no teste com Adam Carke. Ele veio de uma família pobre e recebeu sua educação de seu pai. Não tinha expectativa de um dia alcançar sucesso intelectual, até que um professor visitante disse a seu pai: “Esse menino ainda vai ser um erudito”. Este encontro, juntamente com sua experiência de conversão, redefiniriam a vida de Clarke.
Ele se converteu ao metodismo em 1789, ouvindo a pregação de Thomas Barber. A família inteira o ouvia e o adolescente Adam ficou tão absorvido pela pregação que andava até a casa de reuniões quatro vezes por semana, enquanto Barber esteve na cidade.
Mais tarde, em um campo, Clarke ajoelhou-se e buscou a Deus. Ele foi finalmente confortado com o que descreveu como “uma repentina transição das trevas para a luz”. Logo, ele começou a viajar de vila em vila, compartilhando sua fé.
Wesley convidou Clarke a vir para a Inglaterra e treinar para o ministério, ao que seus pais relutantemente consentiram. Após uma breve estada em Bristol, Clarke foi convocado a encontrar Wesley, que perguntou-lhe: “Bem, irmão Clarke, você deseja devotar-se inteiramente ao trabalho de Deus?” Wesley então o ordenou e o enviou para a Inglaterra e treinar para o ministério, ao que seus pais relutantemente consentiram. Após uma breve estada em Bristol, Clarke foi convocado a encontrar Wesley, que lhe pergunto: “Bem, irmão Clarke, você deseja se devotar inteiramente ao trabalho de Deus”.
Clarke respondeu: “Senhor, eu quero fazer e ser o que agrada a Deus”. Wesley então o enviou e o ordenou e o enviou para a primeira de suas muitas nomeações, como pregador de circuito. Pelos próximos 52 anos, Clarke pregou cerca de 15 mil sermões e escreveu muitos trabalhos respeitados, inclusive um comentário bíblico de oito volumes, que ficou como leitura obrigatória de clérigos metodistas e wesleyanos até meados do século XX.
Embora Clarke não tenha tido educação formal em uma Universidade, ele era fluente em 20 línguas e serviu como Presidente da Conferência Wesleyana por três mandatos, fato sem precedentes naquela época. Os escritos de Clarke contribuíram muito para espalhar a doutrina da santificação no Movimento de Santificação Americano (American Holiness), no final do século XIX.
Amante Senhor, suplico-te dês lágrimas a meus olhos
Dá-me lágrimas quando diariamente me ajoelho ante Teu trono;
Dá-me lágrimas quando aprendo a rogar.
Senhor, Tu que foste fincado,
Rompe este frio coração de pedra;
Derrete meu coração com Teu fogo santo!
Inunda minha alma com a paixão do Teu divino amor;
Que eu almeje faminto Teu desejo.
Volta a tomar a dureza
De todo meu coração novamente
Até que tenha fome, sede e ânsias,
Até que meus anseios pelas almas
Dos homens consumidos pelo pecado
Ardam dentro de mim.
Enche meu coração com tuas lágrimas;
Aí, tira-lhe o véu a Tua cruz
Até que tenha morrido tudo o demais deste mundo,
Até que dê por perdido tudo o demais de minha vida,
Salvo a cruz do Crucificado.
Que meu coração seja sempre um coração crucificado
Que sangre pelas almas dos homens.
Que a carga pelas almas, diariamente derreta minha alma
Até que volte a compartilhar Teu trabalho.
Dá-me lágrimas quando prego de Teu amor que morre;
Dá-me lágrimas quando suplico aos homens.
Dá-me lágrimas quando assinalo acima para Teu trono;
Amor de Deus, derrete novamente meu coração.
Wiarly Soraya
Um jovem tinha sido chamado a terra estrangeira. Não tinha costume de pregar, mas sabia uma coisa, como prevalecer com Deus. Indo uma vez a ver a um amigo, disse-lhe:"Não sê como Deus me possa usar no campo missionário, pois não tenho talento especial"."Irmão", respondeu seu amigo, "Deus deseja homens no campo que possam orar. Há muitos predicadores, mas muito poucos que sabem orar".
Em seu próprio quarto ao amanhecer, ouvia-se uma voz chorando e rogando pelas almas. A porta permanecia fechada todo o dia, e com o silêncio que prevalecia, sentia-se um como com desejos de caminhar suavemente porque um alma estava lutando com Deus.A seu lar chegavam as almas sedentas, atraídas por algum poder irresistível. Nas horas da manhã alguns chegavam e diziam:"Passei por tua casa tantas vezes, e desejei entrar. Podes dizer-me como posso ser salvo?"
Ou de outro lugar longínquo, outro chamava dizendo:"Ouvi que tu nos podes dizer como podemos encontrar o descanso para nosso coração".O mistério se revelou. Na câmara secreta se pediam as almas perdidas, e eram reclamadas. O Espírito Santo sabia exatamente onde estavam, e as mandava.Apercibe isto: Se todos os que lêem estas linhas se apropriam de Deus com a violência santa e a perseverança invencível da oração cheia da fé, muitas coisas cederiam, às quais temos estado martelando em vão com nossa sabedoria humana e poder finitos.
O poder da oração nunca se usou a sua capacidade completa em nenhuma igreja. Se desejamos ver efetuar-se os milagres potentes da graça divina e o poder, que toda a igreja aceite o desafio de Deus. "Clama a mim, e eu te responderei, e te ensinarei coisas grandes e ocultas que tu não conheces" (Jeremías 33:3).
Tomado do "Consolador segundo"
Por que tarda o pleno avivamento por Leonard Ravenhill parte II
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Alguém diz: “Ah, mas precisamos orar a fim de poder viver uma vida santa”. Isto está certo, mas do modo inverso, precisamos viver uma vida santa se quisermos orar. De acordo com Davi, “Quem subirá ao monte do Senhor? … O que é limpo de mãos e puro de coração” (Sl 24.3,4).
O segredo da oração é orar em secreto. Livros sobre oração são excelentes, mas são insuficientes. Livros sobre cozinhar podem ser muito bons, porém se tornam inúteis se não houver alimentos para se fazer algo prático; assim também é a oração. Pode-se ler uma biblioteca de livros sobre oração e não obter, como resultado, nenhum poder para orar. Precisamos aprender a orar, e para isso, é preciso orar.
Enquanto estiver sentado numa cadeira, pode-se ler o melhor livro do mundo sobre saúde física e, ao mesmo tempo, ir definhando cada vez mais. Igualmente, podemos ler sobre oração, admirar a perseverança de Moisés, ficar espantados diante das lágrimas e dos gemidos do profeta Jeremias – e ainda não estar prontos, nem para o bê-á-bá da oração intercessória. Como uma bala de rifle que nunca foi usada jamais apanhará uma presa, tão-pouco o coração que ora sem carga do Espírito conseguirá em tempo algum alcançar resultados.
“Em nome de Deus, eu vos suplico, que a oração alimente vossa alma tal qual a refeição refaz seu corpo!”, dizia o fiel Fenelon. Henry Martyn, certa vez, afirmou o seguinte: “Meu atual estado de morte espiritual pode ser atribuído à falta de tempo e tranqüilidade suficientes para minhas devoções particulares. Oh, que eu fosse um homem de oração!”
Um escritor de tempos passados declarou: “Grande parte da nossa oração é como o moleque que aperta a campainha da casa, mas corre antes de se abrir a porta”. Disso podemos estar certos: A área de recursos divinos menos explorada até agora é o lugar da oração.
Qual o Potencial da Oração?
Quem pode calcular as dimensões do poder de Deus? Os cientistas fazem estimativas do peso total do globo terrestre, os estudiosos da Bíblia chegam a decifrar as medidas da Cidade Celestial, os astrônomos contam as estrelas no céu, outros medem a velocidade do relâmpago e dizem precisamente quando o sol se levanta e se põe – no entanto, é impossível estimar o poder da oração.
A oração é tão vasta quanto o próprio Deus, porque é ele mesmo que está por trás dela. A oração é tão poderosa quanto Deus, pois ele se comprometeu a respondê-la. Que
Deus tenha compaixão de nós, por sermos tão gagos e hesitantes nesta que é a atividade mais nobre da língua e do espírito do homem. Se Deus não nos iluminar no nosso recinto privado de oração, andaremos em trevas. No tribunal de Cristo, o fato mais vergonhoso que o cristão haverá de enfrentar será a pobreza da sua vida de oração.
Leia este trecho majestoso do ilustre pregador do quarto século, Crisóstomo: “O imenso poder da oração já sujeitou a força do fogo; amarrou a ira de leões, acalmou as insurreições de anarquia, pôs fim a guerras, aplacou as forças selvagens da natureza, expeliu demônios, rompeu os grilhões da morte, expandiu os limites do reino dos céus, aliviou enfermidades, afastou fraudes, resgatou cidadãos da destruição, parou o sol no seu curso, e impediu o avanço do raio destruidor.
“A oração é uma panóplia (armadura) contra todo mal, um tesouro que nunca se diminui, uma mina que jamais poderá ser esgotada, um céu sem qualquer obstrução de nuvem, um horizonte imperturbado por tempestades. É a raiz, a fonte, a mãe, de incontáveis bênçãos.”
Estas palavras são mera retórica, tentando dar uma aparência superlativa a algo comum? A Bíblia não conhece tais engenhosidades humanas.
Por que tarda o pleno avivamento por Leonard Ravenhill parte III
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Oh, Por um Elias!
Elias era um homem experimentado na arte da oração, que alterou o curso da natureza, estrangulou a economia de uma nação, orou e o fogo caiu, orou e o povo caiu, orou e a chuva caiu. Precisamos hoje de chuva, chuva e mais chuva! As igrejas estão tão ressecadas que a semente não pode germinar. Nossos altares estão secos, sem lágrimas quentes de suplicantes penitentes.
Oh, por um Elias! Quando Israel clamou por água, um homem feriu a rocha e aquela enorme fortaleza de pedra se transformou numa madre, que deu à luz uma fonte de águas a dar vida. “Acaso para Deus há coisa demasiadamente difícil?” (Gn 18.14). Que Deus nos envie alguém que possa ferir aquela rocha!
De uma coisa estejamos certos: O recinto de oração não é lugar para simplesmente entregar ao Senhor uma lista de pedidos urgentes. A oração pode mudar as coisas? Certamente, mas, acima de tudo, a oração muda os homens. A oração não só tirou a desonra de Ana, mas a mudou – transformou-a de mulher estéril em frutífera, de pessoa tristonha em alguém cheio de gozo (1 Sm 1.10 e 2.1); de fato, converteu o seu “pranto em dança” (Sl 30.11).
Quem sabe, estamos orando para dançar quando ainda não aprendemos a lamentar! Estamos buscando uma veste de louvor, quando Deus disse: “… e dar a todos os que choram … veste de louvor em vez de espírito angustiado” (Is 61.3, NVI). Se quisermos colher, a mesma ordem é dada: “Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl 126.6).
Foi preciso um homem de coração partido, que lamentava profundamente, como Moisés, para poder dizer: Ó Deus, este “povo cometeu grande pecado… Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste” (Êx 32.31,32). Somente um homem que sentisse uma profunda carga de dor, como Paulo, poderia dizer: “… tenho grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne” (Rm 9.2,3).
Se John Knox tivesse orado: “Dá-me sucesso!”, nunca mais teríamos ou
vido falar dele. Porém, ele fez uma oração expurgada de desejos pessoais: “Dá-me a Escócia, senão eu morro!”, e assim marcou as páginas da história. Se David Livingstone tivesse orado para conseguir abrir o continente africano, como prova de seu espírito indomável e habilidade com o sextante, sua oração teria morrido com o vento da floresta; porém, sua oração foi: “Senhor, quando será curada a ferida do pecado deste mundo?” Livingstone vivia em oração e, literalmente, morreu de joelhos, em oração.
A solução para este mundo tão insaciável por pecado é uma igreja insaciável por oração. Precisamos explorar novamente as “preciosas e mui grandes promessas” de Deus (2 Pe 1.4). Naquele grande dia, o fogo do juízo haverá de provar o tipo, e não a quantidade, da obra que fizemos. Aquilo que nasceu em oração passará pela prova.
Na oração, tratamos com Deus e coisas acontecem. Na oração, fome de ganhar almas é gerada; quando há fome para ganhar almas, mais oração é gerada. O coração que tem entendimento ora; o coração que ora adquire entendimento. O coração que ora, reconhecendo sua própria fraqueza, recebe força sobrenatural do Senhor. Oh, que fôssemos pessoas de oração, tal qual Elias – que era um homem sujeito aos mesmos sentimentos que nós! Senhor, ajuda-nos a orar!
Uma oração para ter amor pelos perdidos - Mary Warburton Booth
1 comentários Postado por Prontos para Servir às 12:55
“Ah, quem me dera um coração sensível, Dominado pelo desejo de orar.
Ah, quem me dera um espírito despertado, Diariamente cheio do poder divino.
Quem me dera um coração como o do Salvador, Que mesmo agonizando intercedeu.
Dá-me, Senhor, esse mesmo amor pelos outros.
Ah, que haja peso de oração em meu coração.
Pai, anseio ter esse fervor, De derramar a alma em oração pelos perdidos...
De entregar minha vida para que outros sejam salvos...
Orar, seja qual for o preço, Senhor, ensina-me, revela-me esse segredo.
Estou ansioso para aprender essa lição.
Para ter essa grande paixão pelas almas.
Anseio por isso, bendito Jesus.
Pai, tenho um forte desejo de aprender contigo essa lição.
Que teu Espírito a revele a mim”.
Mary Warburton Booth
A Fé Ri das Impossibilidades por Leonard Ravenhill Parte I
0 comentários Postado por Prontos para Servir às 11:50Estamos muito longe da cena real para capturar a atmosfera de horror que os Cristãos sentiram neste dia.
Pedro foi movido do Pentecostes para a prisão, dos insultos para a lança. Ele foi guardado por dezesseis soldados. Pergunte a si mesmo o porque de um homem indefeso necessitar de um semelhante grupo para vigiá-lo. Poder-se-ia ser que Herodes temeu o sobrenatural, visto que ele soube que Jesus escapou de um grupo semelhante que O guardava?
Se Pedro tivesse sido cercado por cento e dezesseis soldados, o problema não seria aumentado nem a fuga seria menos certa. Pedro não estava confinado somente pelas duas correntes, mas também pelas grossas paredes da prisão, pelas três divisões da prisão e finalmente por um portão de ferro.
Quando Pedro estava na prisão, a igreja organizou um plano para libertá-lo? Não. Quando Pedro estava encarcerado, os crentes ofereceram uma petição a Herodes ou sugeriram um preço para oferecer aos legisladores para sua liberdade? Não. Pedro tinha libertado outros na hora da oração; agora outros deveriam crer na sua libertação.
Com freqüência através do livro de Atos, que poderia ser chamado Os Atos da Oração, encontramos oração e mais oração. Escave no livro e descubra este poder que motivava a igreja primitiva. No capítulo doze de Atos encontramos um grupo que orava. Apesar de um exército acampado contra Pedro, nisto aqueles crentes confiavam: havia um Deus que poderia e que livraria. A operação de resgate que nunca falhou foi a oração. Não havia limites nas orações daqueles que fizeram intercessão por Pedro. A oração era feita sem cessar pela igreja à Deus por ele. Eles não estavam preocupados se Herodes morreria ou não. Eles não oraram para que eles pudessem escapar do destino de Pedro. Eles não pediram que eles tivessem outro êxodo para uma nação mais hospitaleira. Eles oraram por uma pessoa: Pedro. Eles oraram por uma coisa: sua libertação. A resposta provou o prometido: "E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis".
Alguns pobres intérpretes desta história têm disto que quando aqu
eles que oravam ouviram que Pedro estava à porta, não acreditaram. Eu não posso aceitar esta suposição. Estou certo de que eles oraram com esperança. Eu gosto de pensar que eles ficaram por um momento chocados com a instantaniedade da resposta. Eles poderiam ser escusados se tivessem levantado suas sobrancelhas quando Pedro disse: "Eu escapei facilmente com a escolta de um anjo" (Próxima vez que você passar na porta mágica automática em seu supermercado, lembre-se que a primeira porta a abrir-se de seu próprio acordo foi funcionada de cima!).
Libertações operadas por anjos parecem não encontrar lugar na nossa teologia moderna. Talvez gostaríamos que o Senhor respondesse nossas orações com o mínimo embaraço para nós. Além do mais, quem esperará que as filas angelicais sejam perturbadas para trazer libertação a uma alma que ora? Porém, aconteceram resultados sobrenaturais para muitos dos santos que oravam nos dias apostólicos. O Senhor usou um terremoto devastador para a libertação do apóstolo. A oração é uma dinamite.
Não há nenhuma arma fabricada contra a oração que possa neutralizá-la. Algumas coisas podem atrasar as respostas à oração, mas nada pode parar o supremo propósito de Deus. "Se tardar, espera-o".
O primeiro requerimento na oração é crer.
- Crer que Deus é "galardoador dos que O buscam".
- Crer que Deus está vivo e que, portanto tem poder não somente para a libertação de Pedro, mas também para a nossa.
- Crer que Deus é amor e que Ele tem cuidado dos Seus.
- Crer que Deus é poder e, portanto nenhum poder pode opor-se a Ele.
- Crer que Deus é verdadeiro e, portanto não pode mentir.
- Crer que Deus é bom e que Ele nunca abdicará Seu trono ou falhará em Sua promessa.
A Fé ri das Impossibilidades por Leonard Ravenhill Parte II
0 comentários Postado por Prontos para Servir às 11:30
Refletindo sobre a história de Pedro, fui repreendido, humilhado, envergonhado e atormentado. Por que? Porque há grandes santos de hoje em dia, Watchman Nee por exemplo, que por anos têm sofrido e têm permanecido cativos pelos comunistas e outros. Muitos dos santos de hoje estão quietos na prisão. O mesmo destino tem sucedido a algumas testemunhas escolhidas de Deus no Vietnã e em Congo.
Tais perigos a outros membros do Corpo demandam preocupação, concentração e consagração para um plano comprometido de oração em favor deles. Eu temo que orações não têm sido feitas a Deus sem cessar por estes sofredores membros da família.
O Sr. Bunyan nos mostra seu Cristão cativo pelo Gigante Desespero no Castelo da Dúvida. A chave para sua libertação foi Promessa. Nós Cristãos estamos no cativeiro em muitos níveis hoje pessoais, domésticos, da igreja e de iniciativa missionária. Mas as correntes se quebram e as masmorras caem quando a oração é feita pela igreja à Deus:
- Oração sem cessar;
- Oração que destrói nossa situação atual;
- Oração que nos drena de qualquer outro interesse;
- Oração que nos emociona por suas imensas possibilidades;
- Oração que veja Deus como Aquele que do alto governa, Todo-Poderoso para salvar;
- Oração que ria das impossibilidades e grite: "Será feito";
- Oração que veja todas as coisas debaixo dos Seus pés [de Deus];
- Oração que é motivada com o desejo pela glória de Deus.
A oração de um crente pode tornar-se um ritual. O lugar da oração é mais do que território onde atiremos todas nossas ansiedades, preocupações e temores. O lugar da oração não é um lugar para deixar cair uma lista de compras diante do trono de um Deus com infinito suprimento e ilimitado poder.
Eu creio que o lugar da oração não seja somente um lugar onde eu perca meus fardos, mas também um lugar onde eu receba um fardo. Ele compartilha meu fardo e eu compartilho a Seu fardo. "Meu jugo é suave e meu fardo é leve". Para conhecer este fardo, devemos ouvir a voz do Espírito. Para ouvir esta voz, devemos calar e saber que Ele é Deus.
Esta hora calamitosa nos assuntos dos homens demanda uma igreja mais saudável do que a que temos. Esta manifestação evidente do mal na juventude e na violação dos mandamentos de Deus por todo o mundo requer uma fé que não recua.
Podemos deixar nossas espadas de oração enferrujadas nas
bainhas da dúvida? Poderemos deixar nossas desentoadas harpas de oração penduradas nos salgueiros da descrença?
- Se Deus é um Deus de inigualável poder e inacreditável força,
- Se a Bíblia é a imutável Palavra do Deus vivo,
- Se a virtude de Cristo é tão nova hoje como quando Ele primeiro fez a oferta de Si mesmo a Deus depois de Sua ressurreição,
- Se Ele é o único mediador hoje,
- Se o Espírito Santo pode nos ressuscitar como Ele fez como nossos pais espirituais, Então todas as coisas são possíveis hoje.
Os mares estavam agitados, os ventos estavam uivando, os marinheiros estavam chorando, os mastros estavam voando, as estrelas estavam escondendo-se, o Euro-aquilão explodindo. As pessoas estavam encolhendo-se e gritando, gemendo e suspirando. Somente um homem estava louvando. Todos estavam esperando a morte, exceto Paulo. No meio de uma cena de desespero, se alguma vez houve uma, Paulo clamou: "Senhores, eu creio em Deus" (Atos 27).
Como as coisas parecem estar totalmente diferentes estes dias, eu vou me unir a Paulo. Eu vou dizer com fé: "Senhores, eu creio em Deus". Você se unirá a mim?
Meu Senhor sou Teu, Tua voz ouvi
A chamar-me com amor.Eu almejo estar sempre junto a Ti,Ó Bendito Salvador! Mais perto da Tua cruz,Quero estar, ó Salvador!Mais perto da Tua cruz,Sempre quero estar, Senhor! A seguir-Te aqui me consagro jáConstrangido pelo amor.E minha'alma assim bem contente estáEm servir-te a Ti, Senhor! Oh, que doce paz, que alegria é,Aos Teus santos pés estar!E com terno amor, reverente fé,Com o meu Senhor falar!
Fanny Jane Crosby
Eu já desfruto bençaos da luz!
Sei que herdeiro sou do meu Deus;
Ele me leva a glória dos Céus!
Canta, minh'alma! Canta ao Senhor!
Rende-Lhe sempre honra e louvor!
Canta, minh'alma! Canta ao Senhor!
Rende-Lhe sempre honra e louvor!
Sendo submisso sempre ao bem,
Sinto os enlevos puros do além;
Anjos, descendo, trazem do alvor
Ecos da graça, bênçãos do amor.
Sempre vivendo em Seu grande amor,
Me regozijo
Esperançoso, vivo na luz;
Quanta bondade tem meu Jesus!
Fanny Jane Crosby

